domingo, 10 de dezembro de 2017

NÃO EXISTE MOVIMENTO SEM RITMO

POLIFONIA DA GEORGIA

MEDIDAS ANTICORRUPÇÃO



Ex-CGU critica acordos 

de leniência e propõe 

medidas 

preventivas anticorrupção


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 O ex-ministro da Controladoria Geral da União (CGU) Jorge Hage criticou os acordos de leniência que vêm sendo celebrados no Brasil. Na visão de Hage – que hoje atua na esfera privada como sócio da consultoria de compliance que leva seu nome –, a regulamentação atual das delações das empresas deveria ser alterada.
“Nenhuma empresa se sente segura em abrir informações sobre ilicitudes perante um órgão público sabendo que pode, no dia seguinte, ser processada por outro órgão com iguais poderes punitivos. Trata-se de reflexo do regime de ‘independência das esferas punitivas’, que vigora no sistema jurídico brasileiro”, ressaltou o ex-ministro da pasta responsável pelo combate à corrupção no Executivo federal.
Jorge Hage fez a avaliação sobre os acordo de leniência no Dia Internacional de Combate à Corrupção, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) após a assinatura da convenção da entidade internacional contra a corrupção.
O ex-ministro defende que para combater a corrupção no Brasil é preciso reduzir drasticamente o foro privilegiado, adotar critérios objetivos e rigorosos de idoneidade e reputação para a nomeação de ministros de Estado e de tribunais, criminalizando o enriquecimento ilícito.
“Falta é priorizar as medidas preventivas, tais como a implementação integral das medidas previstas na Lei das Estatais e na Lei 13.303/2016, sobre o compliance anticorrupção”, observou Hage.

MÃE STELLA FALA COM RONALDO JACOBINA

'Que o Orixá toque na cabeça de todos para que se encontre uma solução', diz Mãe Stella

CORREIO esteve com ialorixá de 92 anos, ontem à noite; assista depoimento sobre retorno ao terreiro
O temporal que caiu sobre a cidade de Nazaré, no Reconcâvo baiano, ontem à noite, interrompeu o fornecimento de energia em parte da cidade. No centenário casarão de número 35, da Rua Ferreira Bastos, no bairro Batatan, velas iluminavam parcamente o seu salão principal. O portão pequeno da casa está emperrado pelo excesso de vegetação. O acesso é pelo portão da garagem que leva até a cozinha, onde uma enorme mesa de jantar está posta. Na sala principal, sentada numa cadeira de vime giratória, a maior sacerdotisa do candomblé em atividade no Brasil, Mãe Stella de Oxóssi, 92 anos, cochila serenamente. 


Ao ser informada da chegada do CORREIO, ela movimenta os braços lentamente à procura dos visitantes. Os olhos caídos e fixados num único ponto delatam a visão comprometida. “Pegue na mão dela pra ela saber que o senhor está aqui”, diz uma senhora que se apresenta como cuidadora da ialorixá.
Na sala, seis pessoas se dividem em atenção à anciã que repousa na poltrona vestida numa bata branca e numa saia longa estampada de verde, as cores de Oxóssi, seu orixá.
“Ela está ótima, lúcida”, diz a psicóloga Graziela Domini Peixoto, companheira da religiosa e que está sendo acusada por membros da família da sacerdotisa e também por filhos de santo do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, de tê-la afastado do convívio familiar e religioso.
“Eu vim pra cá porque estava desencantada com o rumo que as coisas tomaram de um tempo para cá. Vim de livre e espontânea vontade, não sei porque estão fazendo Graziela de bode expiatório. Espero que Deus dê forças a ela para suportar o que estão nos fazendo”, diz, pausadamente, a ialorixá. 
Dos presentes na casa, duas mulheres são apresentadas como cuidadoras da religiosa. Os outros são irmãos e/ou parentes de Graziela. As duas chegaram à cidade na sexta-feira (1º), depois de Mãe Stella recebeu alta do hospital onde estava internada. 
Oscilando entre momentos de lucidez e de apagões de memória, a ialorixá conta que estava sendo muito pressionada pelos 71 membros do terreiro que não mais a escutavam. “Eles falam da hierarquia, mas depois de se reunirem comigo, tomavam outras decisões sem me consultar”, afirma.
Mãe Stella diz que a decisão de sair de sua casa para passar uma temporada fora foi para ver se aplacava os ânimos por lá. “Eu não estava sendo respeitada. Preferi me ausentar para ver se as coisas se acomodam. Perdi o encantamento”, diz, para em seguida, ressaltar: “Não do meu trabalho, da espiritualidade, mas da condução das coisas dentro do Afonjá”.Diz que continua se sentindo responsável pelo terreiro e pelo seu trabalho espiritual. “Só não é admissível é que você queime as suas pestanas, perda o sono, faça suas obrigações e depois sempre encontra quem atrapalhe seus pensamentos”, diz.  

Sempre com os olhos semicerrados e um tom de voz baixa e muito pausado, a sacerdotisa, na maioria do tempo, se esforça para concluir o raciocínio. Nem sempre consegue. Muitas vezes suas frases são complementadas pela companheira que, cuidadosamente, a consulta antes de interceder. “Posso ajudá-la a concluir, mãe?”. Ela de pronto, responde: “Por favor, filha”. E Graziela o faz. Mãe Stella agradece carinhosamente. “Obrigada, minha filha”.
Aparente cumplicidade
A relação das duas, pelo menos aparentemente, é de muita cumplicidade. “Eles acham que estou interessada em tomar o lugar dela, mas isso não passa pela minha cabeça. Até porque, minha energia hoje é toda voltada para dar qualidade de vida a ela, foi por isso que viemos para cá, para termos paz”, diz Graziela, que tem o posto de Iya Egbe (mãe de todos) no Ilê Axé Opô Afonjá.
Para a sacerdotisa, toda essa situação que está vivendo é fruto de intrigas e de disputa interna de poder dentro do terreiro. “Eu não sei o porque de  tudo isso está acontecendo lá se eu não penso hora nenhuma em sucessão”, diz.
Sucessão, aliás, parece ser um assunto que não interessa as duas principais envolvidas neste imbróglio. Pelo menos por enquanto. “Eu não tenho tempo pra pensar nisso, o meu tempo eu dedico a cuidar de Mãe Stella para que não se entregue, para que continue firme com seu trabalho espiritual. Dedico meu tempo a mantê-la ativa. Seja redigindo um artigo com ela, seja produzindo um vídeo no canal do youtube,que fizemos para ocupá-la, tudo para manter sua cabeça em atividade”, diz Graziela.
Mãe Stella e Graziela 
(Foto: Betto Jr/CORREIO)
Sobre acusações de que teria se apropriado da ialorixá, de bens do terreiro e até dos trabalhos religiosos, Graziela diz: “Tenho tudo documentado, já temos tudo resolvido desde 2015, tenho toda a documentação. Não vou perder tempo em desmentir nem provar nada, porque minha obrigação, minha missão hoje é cuidar dela e isso é o que estou fazendo”, afirma. 
Durante todo o tempo que durou nossa conversa, Graziela acarinhava a ialorixá. “Vamos parar porque ela já está cansada”, disse. Mãe Stella ri timidamente e muda de assunto: "o senhor tem orixá?”, pergunta.
Respondo que sim, que sou de Ogum. “Obá! Então que Ogum lhe dê inspiração para que esse trabalho que o senhor está fazendo aqui nos ajude, a nós e ao senhor, a seguirmos numa linha reta”, disse.
O repórter Ronaldo Jacobina com Mãe Stella na noite de ontem (9)
(Foto: Betto Jr./CORREIO)
Com a expressão desolada reclama de fome. “Cadê meu café que ficaram de trazer?”, questiona. É a senha que temos de partir. Antes porém, arrisco a última pergunta: a senhora planeja voltar? Quando? Ela pensa, reflete e responde: “É o orixá, que vai dizer, que vai orientar. Então, que essa energia, porque o orixá é uma energia, toque na cabeça de todos nós para que encontremos o caminho certo”. 

ISSO É TURISMO!

Portugal eleito o “Melhor Destino do Mundo” nos World Travel Awards

Portugal foi eleito "Melhor Destino do Mundo" nos World Travel Awards. Lisboa é o "Melhor Destino para City Break" e Madeira "o Melhor Destino Insular". Ao todo, o país leva seis prêmios para casa.


Portugal foi eleito o “Melhor Destino Turístico do Mundo” na cerimónia dos World Travel Awards, que aconteceu este domingo no hotel JW Marriott Phu Quoc Emerald Bay, no Vietname. Portugal torna-se assim, segundo a Lusa, o primeiro país europeu a conquistar o título, depois de derrotar concorrentes como o Brasil, Grécia, Maldivas, EUA, Marrocos, Vietname ou Espanha.
A distinção máxima é acompanhada de mais prémios: Lisboa ganhou, pela primeira vez, o prémio de “Melhor Destino para City Break” e a Madeira foi considerada “Melhor Destino Insular do Mundo”.
Segundo o Diário de Notícias, os Parques de Sintra-Monte da Lua foram considerados o “Melhor Exemplo de Recuperação de Património “, sendo que a entidade Turismo de Portugal levou para casa os prémios “Melhores Campanhas de Promoção Turística” e “Melhor Organização de Turismo do Mundo”.
Portugal arrasou na cerimónia da 24º edição dos World Travel Awards, também conhecidos como “os óscares do turismo”, ao acumular um total de seis distinções.
O reconhecimento de Lisboa como o Melhor Destino Mundial para City Break é fruto do crescente prestígio da cidade e do investimento na requalificação do património, na disponibilização de novos equipamentos e do enriquecimento da oferta cultural e gastronómica, que beneficiam quem visita a capital portuguesa e nela trabalha ou vive”, refere Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, em comunicado enviado às redações.
 A Madeira, que recebeu o prémio pela terceira vez consecutiva, tal como refere o Diário de Notícias da Madeira, concorreu com outros 17 destinos, incluindo Bali, Barbados, Ilhas Coook, Creta, Fiji ou Jamaica.
Em setembro deste ano, Portugal foi pela primeira vez eleito “o melhor destino da Europa”, título atribuído pelos World Travel Awards. A boa notícia não veio sozinha, com Portugal a ser o país que mais galardões arrecadou na cerimónia que aconteceu a 29 de setembro em S. Petersburgo — ao todo, foram 37 “óscares”, 30% do total, mais 13 do que no ano anterior.
A meta seguinte era, naturalmente, vencer o título de “Melhor Destino Turístico do Mundo”. Em setembro, Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, assegurava à Lusa que ganhar o prémio seria “um claro indício de que estamos no bom caminho, aquele que mostra a diversidade que temos para oferecer, de norte a sul, do litoral ao interior”.
Os World Travel foram criados em 1993. A votação é realizada pelo público em geral e por mais de 200 mil profissionais de Turismo, oriundos de 160 países.

ROGER WATERS

SE APRESENTA EM SALVADOR 
EM 13 DE OUTUBRO 18!


APFELSTRUDEL


Imagem relacionadaApfelstrudel (significando folhado de maçã) é uma sobremesa tradicional austríaca, nascida em Viena, tendo-se tornado popular internacionalmente. É a receita mais conhecida com a massa folhada da Europa central, conhecida em Alemão por Strudel. Pensa-se que tenha sido influenciada pelas cozinhas do Império Bizantino, da Arménia e da Turquia. Em Viena, é possível encontrar vestígios destas três cozinhas.
É também possível encontrar o Apfelstrudel no sul da Alemanha e em muitos países que outrora fizeram parte do Império Austro-Húngaro, como a Croácia, a Hungria, a Polônia, a República Checa, a Eslováquia e a Eslovénia. A receita também foi incorporada ao repertório culinário da cozinha judaico-asquenazita.
Consiste num invólucro oblongo de massa de strudel, recheado com maçãs cortadas em quadrados pequenos, canelapassas e migalhas de pão. Por vezes, é utilizado rum para intensificar o sabor. Outros ingredientes possíveis são os pinhões, as nozes e as amêndoas. A arte da preparação consiste em fazer a massa muito fina e elástica. Diz-se que cada camada deve ser suficientemente fina para se conseguir ler um jornal através dela.
strudel recheado é cozido no forno e pode ser servido quente, normalmente polvilhado com açúcar em pó. A tradição sugere que seja servido ainda quente, com açúcar a gosto, apesar do gelado de baunilha e do chantili serem bastante populares. Outra forma agradável de o comer consiste em regá-lo com molho de baunilha, conhecido por Kanarienvogelmilch, na Áustria.
Para que o Apfelstrudel seja o mais sumarento possível, as maçãs devem ser de boa qualidade para serem cozidas e devem possuir um bom aroma ácido.